7 de fevereiro de 2010
“51% apresentaram resquícios de cocaína na urina”

O Procurador do Ministério Público do Trabalho do Mato Grosso, Paulo Douglas Moraes, participou por telefone do debate realizado pelo Brasil Caminhoneiro sobre o consumo de drogas nas estradas. Ele fala da pesquisa realizada com caminhoneiros em Rondonópolis e diz  que a única solução para acabar com o consumo de drogas entre os profissionais do volante é a regulamentação da jornada de trabalho.  Clique e confira.

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6 comentários para ““51% apresentaram resquícios de cocaína na urina””

  1. Elias Silva disse:

    Felizmente temos uma autoridade com vontade de lidar com esse assunto .sabemos que e dificil mas nao impossivel, basta querer regulamentar e pronto. Afinal a lei não diz que o funcionario tem que trabalhar 44 horas por semana? Ou o motorista não é funcionário como os outros? Claro que não precisa bater cartão, basta uma escala equivalente e que se pague as horas extras acumuladas. Parabéns ao procurador Douglas. Tenho certeza que esta classe sofrida o apoia.

  2. Acho justo uma rigorosa fiscalização, inclusive multar a transportadora pelo abuso.As mesmas ofere
    recem prêmios induzindo indiretamente o caminhoneiro ao consumo de drogas para cumprir o horário estabelecido pela empresa.O caminhoneiro é mais uma vítima.Se não obedecer perde o emprego.

  3. Fabiano Martins disse:

    Estamos sofrendo muito com os assaltos nas cidades. Venho por meio desta pedir cobranças as entidades com matérias mostrando um pouco do que acontece. Sou carreteiro e rodo todas as noites. Já fui assaltado, roubaram meu caminhão e já vi muitas emboscadas com meus amigos do trecho. Tento me comunicar com eles através do radio PX, mas a maioria dos motoristas desligam ou escondem o rádio, pois não temos recurso para legalizá-lo no dia a dia da gente. Como vocês sabem, não temos tempo nem para nossa família. Desde já agradeço.

  4. O meu cometario é muito claro, pois tem varios fatores acabando com o caminhoneiro. Quem poderia da uma codição melhor de trabalho para que eles não matassem nem morressem eram os proprios patrões que não observam. Já começou a faltar no mercado essa peça rara, o MOTORISTA. Os patrões não estão preocupados, pois as leis são passadas por muitos deles e são bloqueadas nas casas maiores. Muitas empresas do transporte estão com plobemas na mão de obra qualificada. Trabalho na area há 21 anos. Hoje estou treinado como motorista para o transporte. No verão, na estrada e fora dela eu percebo que vamos ter mais plobemas no futuro.

  5. Alexandre Ludwig disse:

    Adorei saber que existem pessoas que se preocupam com os motoristas e que sabem o devido valor que merecemos. Sou motorista categoria E e acho que não sou valorizado.

  6. Agnaldo disse:

    Acho muito importante reduzir a jornada de trabalho. Além disso, o salário tem de ser fixo, pois eu trabalhava com bitrem e sei como é que é. Você fica 3 dias para carregar o caminhão e mais 3 para descarregar e, quando sai para viajar, tem que correr porque, se não correr, no final do mês você não consegue nem pagar as despesas da estrada. Só precisamos que o Governo seja mais enérgico e ponha leis que funcionem. Devem, também, pegar em cima das empresas grandes que são as que mais sugam o trabalhador. Abraços. Agnaldo -Maringá (PR).

 

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