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Nova usina terá capacidade de gerar 22% de toda energia consumida pela Volkswagen do Brasil

02 de fevereiro de 2012 - quinta-feira | 17:18

A Volkswagen do Brasil anuncia o investimento de R$ 160 milhões, em sociedade com a Pleuston Serviços, na construção de sua segunda Pequena Central Hidrelétrica, a Monjolinho – construída no rio Sapucaí – a ser inaugurada em 2014. A fabricante de automóveis participará com 51% no empreendimento, localizado entre as cidades de Ipuã e Ituverava, no Estado de São Paulo. A ideia é que a partir deste ano inicie a construção da PCH.

A hidrelétrica terá capacidade instalada de 25,5 MW/h, com três turbinas. As obras da usina estão previstas para ter início em 2012, com estimativa de gerar 700 empregos diretos e 5.000 indiretos, além de contar com projetos sociais e ambientais, que estão sendo definidos.

A primeira central hidrelétrica da Volkswagen do Brasil, PCH Anhanguera (localizada no rio Sapucaí, entre as cidades de São Joaquim da Barra e Guará, a 25 quilômetros de distância de onde será construída a PCH Monjolinho), foi inaugurada em março de 2010. A companhia aumentou a utilização de energia renovável de 86% para 91%.

O investimento nas duas PCHs (Anhanguera e Monjolinho) soma cerca de R$ 300 milhões. Juntas, elas vão gerar aproximadamente 48 MW/h, equivalente a 40% do consumo total de energia elétrica da Volkswagen do Brasil.

“Investir em sustentabilidade, inclusive na geração de energia limpa e renovável, é um dos objetivos estratégicos da Volkswagen do Brasil, que reconhece seu compromisso com o desenvolvimento sustentável do planeta. A PCH também é uma forma de garantir nossa energia elétrica de forma sustentável para o futuro”, disse o vice-presidente de Finanças e Estratégia Corporativa da Volkswagen do Brasil, Carsten Isensee, responsável pelo projeto das Pequenas Centrais Hidrelétricas.

Zelo com meio ambiente na PHC Anhanguera

Atenta aos impactos ambientais, a fabricante adotou algumas medidas que beneficiam ou minimizam os possíveis danos à natureza que a construção de da hidrelétrica pode conferir.

Para tal, construiu um viveiro com 720 m² capaz de produzir até 300 mil mudas de árvores nativas por ano,

Cerca de 126 espécies foram catalogadas e cerca de 500 mil árvores foram plantadas para proteger e sombrear o lago. Ao longo do reservatório da PCH Anhanguera, foram reflorestados mais de 120 hectares de mata ciliar. O monitoramento da qualidade da água é outra preocupação constante.

Para acompanhar o ecossistema da região, foi criado também o Programa de Conservação e Monitoramento da Fauna de Vertebrados Terrestres. O corredor de biodiversidade criado pelo replantio e preservação das espécies permite que os animais circulem livremente.

As ações serão repetidas na construção da nova usina, podendo haver alteração no tamanho dos viveiros e plantação de mudas.

Foto: divulgação/Volkswagen

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